O relatório sobre a Ponte de Igapó será entregue ao MP/RN juntamente com o relatório da Ponte Newton Navarro. Na semana passada, os engenheiros do Crea/ RN estiveram no local e constataram que a estrutura do aparelho está em bom estado. “A única anotação diz respeito a algumas falhas no pavimento. Coisa simples, sem problemas maiores”, disse Eunélio.
O MP/RN está juntando informações sobre a ponte. Através de um Inquérito Civil Público, a Promotoria de Defesa do Meio Ambiente quer apurar possíveis riscos de danos ambientais e ao patrimônio público causados pela falta de manutenção e equipamentos de proteção nos pilares da ponte. Os encaminhamentos assinados pelo promotor João Batista Machado foram discutidos em audiência realizada na primeira semana deste mês que contou com representantes dos órgãos citados. Segundo o promotor, a informação de que a ponte estaria sem a proteção exigida pela Capitania dos Portos gerou preocupação. “Soubemos, através das redes sociais, que a ponte corria risco devido a inexistência de equipamentos de segurança. Chamamos os órgãos competentes para discutir a questão e resolvemos solicitar uma série de informações”, disse.
Eunélio afirmou que a Ponte Newton Navarro não apresenta desgastes. “O problema da ponte real, fruto de discussões, são as defensas dos quatro pilares centrais. As defensas atuais protegem de pequenas embarcações. O problema é que essas defensas estão presas nos próprios pilares, ou seja, não os protege”, explicou.
A solução para o problema é a construção de dolfins. A obra tem custo calculado em R$ 32 milhões e é de responsabilidade da secretaria de Estado da Infraestrutura (SIN). O projeto vai assegurar a proteção da ponte e de embarcações que cruzam o rio Potengi e é fundamental para a expansão das atividades no Porto de Natal.
Tribuna do Norte
O MP/RN está juntando informações sobre a ponte. Através de um Inquérito Civil Público, a Promotoria de Defesa do Meio Ambiente quer apurar possíveis riscos de danos ambientais e ao patrimônio público causados pela falta de manutenção e equipamentos de proteção nos pilares da ponte. Os encaminhamentos assinados pelo promotor João Batista Machado foram discutidos em audiência realizada na primeira semana deste mês que contou com representantes dos órgãos citados. Segundo o promotor, a informação de que a ponte estaria sem a proteção exigida pela Capitania dos Portos gerou preocupação. “Soubemos, através das redes sociais, que a ponte corria risco devido a inexistência de equipamentos de segurança. Chamamos os órgãos competentes para discutir a questão e resolvemos solicitar uma série de informações”, disse.
Eunélio afirmou que a Ponte Newton Navarro não apresenta desgastes. “O problema da ponte real, fruto de discussões, são as defensas dos quatro pilares centrais. As defensas atuais protegem de pequenas embarcações. O problema é que essas defensas estão presas nos próprios pilares, ou seja, não os protege”, explicou.
A solução para o problema é a construção de dolfins. A obra tem custo calculado em R$ 32 milhões e é de responsabilidade da secretaria de Estado da Infraestrutura (SIN). O projeto vai assegurar a proteção da ponte e de embarcações que cruzam o rio Potengi e é fundamental para a expansão das atividades no Porto de Natal.
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