O Diário de Natal foi o primeiro dos
grandes jornais do Estado que encerrou sua atividade no formato
impresso, passando a ser em versão eletrônica. Outros jornais deverão,
em um curto espaço de tempo, seguir o mesmo exemplo.
Desde o surgimento da internet que os
jornais impressos perderam o sentido da divulgação imediata da notícia,
tornando-se obsoletos. Para se ter ideia, em Natal, dos três jornais que
ficaram em circulação impressa, nenhum vende mais do que oitocentos
exemplares por dia nas bancas, mantendo-se pelos patrocínios e
assinaturas. Segundo informações, de cada dez assinaturas que se
encerram, cinco não são renovadas, o que torna inviável a manutenção na
forma impressa.



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