“Nós não podemos segurar os investimentos que foram feitos para a atração de negócios. Um bom exemplo é a indústria é a indústria de confecções”, ressaltou. A justificativa do secretário do secretário é de que estas empresas, que são verdadeiros bancos de empregos, ao perderem os incentivos fiscais ou alíquotas, irão procurar uma logística melhor. “Uma empresa de confecções que podia se instalar em Fortaleza, onde há dois ou três milhões de habitantes, e vinha para o RN por causa do incentivo, não virá mais”, explicou.



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