De acordo com informações do delegado geral da Polícia Civil potiguar, Fábio Rogério, todo o maquinário necessário para a duplicação dos cartões era adquirido em São Paulo, mas a confecção dos cartões era feita em Natal. Depois, segundo ele, golpes eram aplicados no comércio do RN, Alagoas, Paraíba e Pernambuco. As investigações estimam que a quadrilha tenha faturado aproximadamente R$ 3 milhões.
De acordo com o delegado de Falsificações e Defraudações, Júlio Costa, que comandou a operação, o vírus era passado pelas funcionárias do hipermercado através de um pendrive. “O vírus era colocado nos computadores dos caixas e fazia o trabalho sozinho”, explicou o delegado, revelando que “ao utilizar o cartão na máquina leitora, os dados eram automaticamente copiados e enviados aos e-mails dos criminosos, que faziam as falsificações”.
A polícia apurou que Paulo Henrique era o programador responsável por desenvolver parte do vírus utilizado pela quadrilha. Já Samir, seria o responsável pala distribuição do arquivo. “Cada vírus custa entre R$ 15 e R$ 20”, detalhou o delegado Júlio Costa.



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