De acordo com a assessoria de comunicação do Insa, estão sendo implementadas práticas como o monitoramento em tempo real das áreas suscetíveis e em processo de desertificação na região do Seridó paraibano, implantação de campos de palma resistente à praga da Cochonilha nas 13 microrregiões afetadas, pesquisas de saneamento e uso das águas para produzir madeira ou forragens, cursos de formação voltados para assentados, mapeamento da estiagem no Semiárido paraibano e instalação de torres para medições climáticas e troca de energia na Caatinga, dentre as principais ações.
São ainda relatadas pelo Insa como causas para a desertificação a intensa degradação e a erosão do solo, o desmatamento e a substituição da vegetação nativa por outra cultivada, de ciclo e porte diferentes. A área atingida na Paraíba é considerada como região de estudo ‘Cariris Velhos’.



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