
O
cafezinho dos senadores tem um custo alto, menos pelo produto servido,
mais pelos garçons que servem os parlamentares no plenário e na área
contígua. O Senado tem uma equipe de garçons com salários até 20 vezes
maiores do que o piso da categoria em Brasília. Para servir os
senadores, sete garçons recebem remuneração entre R$ 7,3 mil e R$ 14,6
mil – três deles atuam exclusivamente no plenário, e quatro ficam no
cafezinho aos fundos, onde circulam parlamentares, assessores e
jornalistas. O grupo ocupa cargo comissionado na Secretaria Geral da
Mesa com título de assistente parlamentar.
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